Vereadora denuncia falta de medicamentos na farmácia municipal

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Mais uma vez o mandato do PSOL vai ao judiciário para que a gestão garanta direitos essenciais à população como o direito à vida, a garantia de tratamento, à saúde integral e qualidade de prestação dos serviços públicos.

Há tempo considerável a vereadora vem denunciando a falta de medicamento depakene/ácido valpróico na farmácia municipal, que é um anticonvulsivante extremamente necessário para o controle de crises e tratamento de transtornos psíquicos de crianças e adultos, onde a sua falta pode ser fatal. A ausência da medicação ocorre desde novembro do ano passado, e a falta deste e outros medicamentos na FM é um problema recorrente gerado a anos.

Em resposta a nossas denúncias a secretaria de saúde alegou que não estava conseguindo efetuar a compra por falta de insumos para a produção dos medicamentos. Contudo, em matéria veiculada no dia 15/03 no Diário Popular, após a solicitação, enviada pelo mandato, de pedido de informação em sessão do dia 10/03, o qual foi questionado sobre a comprovação da intenção de compras e as respostas dos laboratórios nos últimos meses, a Secretária de saúde respondeu ao Jornal que foi cancelada a compra do remédio assim feito pedido de dispensa por licitação para aquisição, devido a variação do preço ofertado pelas empresas, pois o produto estava custando mais que comumente ofertado,

O que há então de fato? É a falta de insumos ou uma outra dificuldade, seja de planejamento, seja de lidar com os processos de compra que existem para que se evite corrupção?

É inadmissível que a população tenha que arcar com os custos de uma medicação que deve ser dispensada pela prefeitura, por conta de falta de planejamento e má gestão, ainda mais em um momento de crise financeira e sanitária, onde sua falta pode ocasionar problemas de ordem irreversíveis.

Foto: Divulgação

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