Uma historinha inteligente e feliz…

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Há alguns quilômetros de Pelotas, na cidade de Turuçu, uma
prefeitura está fazendo toda a diferença para o seu
município.


Com pouco mais 3.500 habitantes os nossos vizinhos,
governados pelo Partido Progressista (PP), estão
esperançosos com a chegada de novas empresas e
possibilidades.


Comentar que o crescimento de uma cidade nasce das
condições e oportunidades que uma prefeitura repassa aos
seus moradores, não é nenhuma novidade. Frisar que para que
isso seja plausível somente com a chegada de novos
investimentos, também não me parece nenhum fato histórico.
Não há mágica!

O governo de cada cidade deve agir rapidamente para cativar
novos investidores para suas terras. Ficar à espera de um
milagre sempre me pareceu confortável demais. Se o seu
governo aderir à pandemia para fomentar ainda mais tal
“preguiça”, é possível que a cidade jamais se recupere pelo
alto índice de desemprego.


Pensando assim, a prefeitura da capital da pimenta, atraiu
uma indústria de bebidas que deverá estar operando nos
próximos dias. Serão mais de dez empregos diretos, dezenas
de indiretos, famílias retornando ao mercado, geração de
impostos para o municípios e o crescimento para a Região.


Incentivo: “subsídio conferido pelo governo, que renuncia a
parte de sua receita em impostos em troca de investimento
em atividades ou operações por ele estimuladas”. Aqui, uma
breve explicação, não criada por mim, detalhada com clareza
ímpar. Porém, posso e devo ir mais longe: incentivar jamais
será uma via de mão única; engana-se a turminha dos que
acreditam que a abertura de um novo investimento não se faz

necessário. Aproveito e peço que realizem um estudo do
número de desempregados que existem em Pelotas e que deem
outro caminho, caso acreditem em “conto de fadas”.


Não há um acordo fixo entre governo e investidor, e sendo
assim, todos os prazos podem e devem ser negociados. Esta
parceria é fundamental e precisa existir para que a cidade
respire. Por vezes me parece tão óbvio, por outras, tão
longe. E mais, o incentivo deveria contemplar todas as
esferas, não apenas para os novos negócios. Existem aqueles

que atravessam obstáculos e estão por um “empurrãozinho” de
encerrarem suas atividades.


Navegamos num mar de desempregos em Pelotas: lojas fechando
por todos os cantos, empresários, independentemente do seu
tamanho, em ruínas, nomes tradicionias não conseguindo
manter o seu quadro de funcionários e o pacato modo de
operação de uma prefeitura consumida por emendas e também
por já fomentar a candidatura do seu maior nome à
Presidência da República.


Perde Pelotas. Perde o pelotense que está vendendo bala de
goma na esquina. Não há demérito algum nesta atividade, por
favor, mas que não era bem isso que exercia, que procurava,
que talvez tenha estudado, que sonhava, enfim. O pelotense,
por todos os lados, está machucado e sem perspectiva
alguma. Não enxerga uma luz no fim do túnel, vislumbra
apenas o escuro das fachadas dos prédios vazios.


Se a prefeitura teve fôlego para bancar “missionários” à
sua campanha política ao executivo nas últimas eleições e
ainda banca uma folha de pagamento bem notória aos seus
cargos de confiança, deveria, urgentemente, montar um corpo
sólido e numeroso que fosse buscar novos investidores e
ajudar os que ainda resistem neste solo, nesta Região.


A Prefeitura Municipal de Pelotas pode confiar: tanto o
“Sr. João” dono de uma padaria no bairro e responsável por
dois funcionários, quanto “Sra. Maria proprietária de uma
ferragem em outro local e que emprega 15 colaboradores, têm
dificuldades e pressa. Não devem sobreviver por muito
tempo.


“Se não somos capazes de atrair algo novo, que tenhamos
pelo menos a dignidade e competência de mantermos o que
ainda nos resta”.


Parabéns à Prefeitura Municipal de Turuçu, a qual, teve uma
visão limpa e simples de crescimento. Podem ter a certeza
que outras negociações virão.

Foto: Internet – Divulgação

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